Sobre a personalização de e-mail ou o marketing realista

Quando a personalização não funciona – por David Baker.

O conceito de mensagens de marca relevante para o contexto é a base para o crescimento da indústria de e-mail, desde a mala direta até a personalização dinâmica e os mecanismos de recomendação. Nos últimos 15 anos, eu vi a personalização oferecer crescimento incrível, e eu diria com confiança que é uma boa prática para a maioria.

Mas isso sempre funciona? Essa é uma pergunta difícil de responder diretamente, pois seria blasfêmia sugerir que as tentativas de usar dados de clientes para personalizar uma experiência nem sempre ajudam.

Mas vamos começar com o lado negro de quando não vale a pena:
– Quando você tem mais segmentos de clientes do que você tem clientes.
–Quando {FNAME} é usado em uma linha de assunto com os termos “Barato”, “Abaixo do Mercado” ou “Reduzido”.
– Quando o saldo da conta é 0.
– Quando sua filha recebe promoções por e-mail para fraldas.
– Quando você não pode medir o resultado sem olhar para baixo.

A personalização vale a pena quando:
– O e-mail da marca e a personalização do site estão sincronizados.
– Seu programa de fidelidade do cliente leva mais de metade de sua receita.
– Você sabe que o nome Darcy é masculino e feminino
– Você reconhece a diferença entre uma experiência de e-mail iPad, Iphone e iMac
– Você tem mais pessoas criativas de produção do que gerentes de marketing por e-mail.

Algumas coisas para pensar quando se trata de recomendações:

Você não é Amazon, Pandora, Google ou Facebook. Você nunca terá a amplitude de dados pessoais, de desempenho ou de preferência como esses líderes.

Não me interprete mal. Se você tem os dados e o tipo de marca de que se orgulha e uma experiência conectada, use-os ao melhor de sua capacidade. Só não tente ser mais esperto que você já é ou ter uma mordida muito grande.

Fonte: MediaPost

Conclusão

Mais uma vez, traçando um paralelo dentro da minha realidade de mercado – caso contrário, nada faz o menor sentido – o mercado de luxo não investe em staff, então, já temos uma boa resposta para aquelas perguntas sem noção que vez ou outra escutamos. Enfim, não se deve dar um passo maior do que a perna pode dar, sempre vai dar errado, cedo ou tarde. Sendo assim, não adianta sair exigindo personalização de e-mail marketing se o seu consultor em vendas trata seus clientes na loja como se eles fossem pasteurizados, ou seja, sem a menor personalização. E tem mais, todo esforço de marketing que se faz nestas áreas correlacionadas de TI e digital media sempre tem um custo e isso nunca é levado em consideração. Não existe plataforma totalmente livre de custos que tenha qualidade. Fica a dica 😉 .

Marketing para a classe A

Quem trabalha com produtos e serviços voltados para atender pessoas de altíssimo padrão de vida entende que é uma camada em constante mudança. Abaixo, um pequeno panorama para não cair em gafes neste novo ano quando se falar de Marketing de Luxo.

1. Experiências de consumo como um trunfo

A primeira semelhança entre os consumidores de luxo moderno é que a experiência é mais valorizado do que o consumo. O moderno consumidor de luxo está interessado em aprender coisas novas, e as marcas devem adaptar a sua comercialização para enfatizar as experiências que vêm junto com os seus produtos.

2. O tempo é o derradeiro luxo

Independentemente do valor líquido de um indivíduo, localização geográfica ou da idade, ela experimenta limitações de tempo e considera o tempo uma mercadoria valiosa. As marcas podem se concentrar em fazer os consumidores sentem que estão otimizando seu uso do tempo por meio de um determinado produto.

3. O momento humano importa

O momento humano ainda é um aspecto essencial do comércio de luxo. O ingrediente chave para o sucesso será sempre pessoas, e se isso significa que um serviço excepcional ou experiências únicas que trazem os seres humanos em conjunto, as marcas podem trabalhar para trazer isso para os seus consumidores.

4. Todo mundo é um profissional de marketing
Como bens de luxo se tornam mais acessíveis aos consumidores, o público está cada vez mais céticos sobre o marketing de massa e comunicação. A solução é para as marcas para tornar as coisas pessoais, contextual e original e para permitir que os consumidores a participar em campanhas de marketing via mídia social.