O profissional de marketing digital que diz que sabe tudo, hoje dia, está mentindo ou desatualizado

De acordo com Kotler e Armstrong (2007, p.3), “Marketing é um processo administrativo e social pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação, oferta e troca de produtos e valor uns com os outros”. A função do marketing é gerenciar a atuação da empresa com o objetivo de gerar cada vez mais demanda, dentro de um conjunto de todas as interfaces possíveis da empresa com o mercado. Dentro do contexto, o Marketing Digital é o marketing realizado nas novas plataformas de negócio que surgiram a partir do advento da intrnet como mídia de massa.

Em meados de 1997, quem possuía um PC Pentium 100 com conexão discada de 54kbps era um privilegiado que podia acessar os portais de internet, que no Brasil, se resumiam em Universo On Line, Zap (anterior ao Terra) e Mandic. Usávamos o Cadê e Yahoo como buscadores e, um ano mais tarde, serviços de e-mail do ZipMail. Ser webdesigner nessa época, era a profissão mais cool que poderia existir. Você poderia “passar o rodo” na balada apenas por “ser webdesigner”. Mudar de emprego conforme a mudança de humor era muito comum naqueles tempos.

De lá para cá, muita coisa mudou. E muda, diariamente. O que era uma estação de trabalho desktop, passou a ser um notebook, que pode ser transportado consigo dentro de uma mochila, levando o trabalho para casa, para a reunião, para a viagem. O trabalho agora não é mais em horário comercial, é enquanto você respirar. Dormindo, sonhando com aquela ideia fabulosa para a sua startup que pode começar no seu notebook e sua conexão banda larga, dentro da sua casa, ou na praça de alimentação do shopping mais próximo com Wi-Fi gratuita. Para abrir uma empresa hoje, você só precisa de conhecimento.

Por volta dos 2000, tivemos a entrada do e-commerce no Brasil. Era uma época em que as pessoas tinham medo de “comrpar pela internet”, porque não era possível manipular o produto, nem ter garantia de que ele seria entregue. Nos dias de hoje, qualquer pessoa física pode ser dona de uma loja virtual para vender o que ela quiseros, e conta com ferramentas de mídia digital à sua disposição para aganhava um novo trair compradores. Mais uma vez basta apenas conhecimento de como usá-las estrategicamente.

Em 2000, a pirataria reinava na web. Era software para tudo o quanto fosse atividade de escritório e havia sempre um link para download e outro para o “crack”. Uma licença anual de uso de software para uma estação de trabalho significava, basicamente, o salário de um ano do funcionário que ia usar aquele “programa de computador”. Assim entravam em cena o CD gravado com o “executável” e o “serial para destravar o programa”, que geralmente, vinha com um brinde oculto: o famigerado “trojan horse”, que transformava seu PC em um fiel escudeiro da disseminação de vírus em rede. Hoje, você usa o software na nuvem, pagando uma licença mensal de uso pelo seu cartão de crédito, sem se precupar com vírus e ainda pode ter um computador com HardDisk de pouca memória, já que basta conectar um HD externo pela porta USB, sem precisar “manjar de Boot do DOS, master e slave e tal”. Vende nas lojas Americanas da esquina e nem precisa encomendar na única loja especializada em informática do seu bairro. A pirataria atingia também a música, que ganhava um novo formato, nascia o Mp3, tendo o Napster como seu mais famoso difusor na web, o que rendeu, mais tarde, encrencas judiciais para seu fundador. Mas não importa, a indústria das gravadoras já estava com o futuro incerto e as pessoas já estavam escutando música pelo computador. Hoje, temos até uma àrea especial das Leis, voltada para a regulação das atividades nos meios digitais e a pirataria foi, um pouco mais, digamos, controlada. E existe a Deep Web, bom essa, nem vale a pena comentar aqui.

Lá por 2003, os Blogs entrarm em ação e os blogueiros daquela época se transformaram nos influenciadores das redes sociais de hoje. Uma pessoa com conhecimento em um determinado assunto abria um Blog no Blogger e começava a escrever, divulgava seu artigo pelo e-mail para o seu mailing de seguidores do blog e enviava uma Newsletter atraves de um sisteminha em PHP que era “salvo” dos códigos fonte de algum fórum que você achava pelo Google, que já era o buscador padrão brasileiro. Hoje, os “influencers” usam o streaming de vídeo do Youtube no seu “Channel” e podem ter a sua disposição, uma espécie de Rede Globo pessoal, sem gastar um centavo com publicidade, equipamento, equipe, etc. Bastando que ele use a câmera do seu smartphone ao gravar uma “Live”.

Ah, o smartphone… Em meados da primeira década do novo milênio, Setvie Jobs juntou a nanotecnologia, que então, estava crescendo a passos largos ao que era o CdPlayer mais sofisticado, um modelo da Sony todo branco de design arredondado e criou um novo dispositivo para se escutar música. Nascia o iPod e, em seguida, o iPhone o “celular esperto”. Na época, a coisa mais esperta que um celular podia fazer era mandar mensagens SMS, apelidadas de “torpedo”. Navegar na internet com interface visual a partir de conexão GSM era algo muito novo. Era, na verdade, de outro mundo, do mundo dos ricos.

Dez anos depois, as pessoas pobres já têm acesso a aquisição de um smartphone chinês que faz as mesmas coisas de um iPhone, mas que custa um preço que cabe no bolso. E elas estão consumindo através de seus cartões de crédito que foram proporcionados nos anos de boom econômico do Brasil, entre 2006 e 2012. E estão se endividando. E, infelizmente, nos dias de hoje, perdendo seus empregos com a atual recessão. Então, é um público que as empresas não estão acostumadas a lidar, já que sempre a segmentação ocorre para determinado estrato de poder aquisitivo. O mesmo ocorre com as mulheres, que, cada vez mais vão se empodeirando, a assim, melhorando seu poder aquisitivo, atraindo os holofotes da segmentação para si.

O mercado cresce continunamente, é necessário que a expansão das empresas ocorram ininterruptamente para que elas sobrevivam e este novo segmento das pessoas de baixa renda, que acessa a intenet pela primeira vez não mais de uma lan house da comunidade, mas pelo seu “celular” pré-pago que ele recarrega o plano de uso no caixa do supermercado, é um público considerável, que vai parcelar em mil vezes para comprar o mesmo produto que seu patrão possui e se tranquilizar pela sensação de pertencimento.

Podemos ficar horas discorrendo em eventos de épocas passadas, comparando-as com os da atualidade, mas o objetivo foi demonstrar com fatos o quanto o Marketing Digital é fluido, o quanto ele precisa ser como a água, se adaptar às diferentes formas de contexto, se transformar de um recipiente redondo para um quadrado e assim por diante. Uma metáfora que representa as atividades do Marketing Digital, a dinâmica de feedback, a velocidade de transmutação de estratégias e ações, dada a velocidade com que as tecnologias mudam. O passado mostra o quanto tudo era inimaginável de acontecer, então, por que nos dias de hoje, as coisas podem ser tão previsíveis? Podemos, no máximo, usar uma das inúmeras ferramentas de previsão de cenário, a exemplo, uma simples matriz BCG, planejar a estratégia e agir. Rapidamente rever resultados, adaptar aos planos e ações, sempre tendo em mente o feedback que as Redes Sociais podem nos dar sobre o segmento de interesse.

Responder em tempo real é o mínimo que o público pede, do contrário, denota certo desprezo ou negligência. As pessoas podem desconstruir em poucos dias uma marca que foi construída em anos, isto é fato e existem muitos casos regisrados nos comentários das Redes Sociais e sites como Reclame Aqui.

Negócios são forjados unicamente dentro da plataforma digital e isto não foi previsto anteriormente. A inteligência artificial está aí para demonstrar o quanto não sabemos do futuro, então, como um profissiona de marketing poderá dizer que sabe “exatamente sobre tudo de marketing digital”? Neste mesmo momento, um serviço disruptivo pode estar sendo criado e só iremos conhecê-lo quando ele irromper com o status quo das atividades em que esiver inserido. A nós, resta a busca incessante pelo conhecimento, o bom senso em como usá-lo e a percepção do mercado digital em tempos em que o consumidor tem poder de barganha e de co-criação como nunca houve antes na história.

Plataformas sociais estão usando vídeo para capturar a atenção do público

Facebook, Snapchat e Twitter estão capitaniando terras em mares “nunca dantes navegados”  para  capturar a atenção dos usuários através de conteúdo de vídeo, na esperança de impulsionar uma maior parcela das receitas de anúncios de vídeo digital com formatos de anúncios familiares, como pré-roll e mid-roll.

“Os consumidores – especialmente os jovens – estão vendo programas de vídeo em mais dispositivos e em mais destinos do que nunca, e as plataformas sociais querem capturar sua atenção”, disse Debra Aho Williamson, analista principal do eMarketer e autora do novo relatório, “Video Advertising Em Social Media 2017: Showtime para Facebook, Snapchat e Twitter. ”

A publicidade em vídeo tornou-se um importante fluxo de receita para mídias sociais. O negócio de anúncios de vídeo digital mais abrangente é algo bastante desejado por quase todas as empresas proprietárias de sites de redes sociais.

A eMarketer prevê que os investimentos em anúncios de vídeo digital dos EUA fora das plataformas sociais chegarão a US $ 13,23 bilhões este ano, um aumento de 23,7% em relação a 2016. Em 2021, os gastos chegarão a US $ 22,18 bilhões. US Digital Video Ad Spending, 2017-2021 (bilhões,% de variação e% do total de gastos de anúncios digitais). O eMarketer não inclui desembolsos de vídeo em plataformas sociais em sua previsão de gastos de anúncios de vídeo digital, em vez disso, contando-os na previsão de rich media.

Rich Media, que será um mercado de US $ 10,33 bilhões nos EUA neste ano, inclui tipos de anúncios como flash, JavaScript e vídeo que não aparecem como parte de um player de vídeo. Empresas como o Facebook “sabem que seus usuários têm um apetite cada vez maior por conteúdo de vídeo e estão ativamente fazendo um jogo para dólares de marketing de marca que tradicionalmente irão ao vídeo on-line ou as compras de TV de transmissão”, disse Todd Silverstein, chefe de marketing de desempenho dos EUA na Edelman.

Embora o Facebook tenha bolsos profundos e uma audiência enorme, seu sucesso não está de modo algum seguro. Os consumidores hoje não vão lá para assistir a shows. Assim, o Facebook deve mudar seu comportamento ao oferecer uma ótima programação e uma plataforma de vídeo vencedora.

Enquanto isso, os “Shows” do Snapchat são bastante curtos, beneficiando sua posição como um lugar para conteúdo criativo e rápido para os jovens. As redes de TV são os principais parceiros de programação, e os anúncios usam o formato de vídeo vertical familiar da Snapchat.

No entanto, muitos anunciantes ainda não se sentem confortáveis ​​com a criação de anúncios de vídeo no Snapchat. À medida que a empresa continua a lançar programação, o desafio será convencê-los a desenvolver seu formato único.

O Twitter está confiando em suas raízes em tempo real, enfatizando o conteúdo de vídeo ao vivo e baseado em eventos. Como o Snapchat, o Twitter se tornou um formato familiar – seu programa amplificador de parceiros de publicações de vídeo – para entregar anúncios em seus novos shows. A empresa tem muito em suas iniciativas de video, devido ao seu crescimento do usuário e ao declínio resultante nas receitas de anúncios.

plataformas sociais usam vídeo para caturarem a atenção do público

Estudo aponta relação entre usar 3 ou mais plataformas sociais e a depressão

Os jovens adultos que usam múltiplas plataformas de mídia social são mais propensos a experimentar sintomas de depressão do que os colegas que usam menos, de acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores do Centro de Pesquisa de Mídia, Tecnologia e Saúde da Universidade de Pittsburgh.

Para o estudo, que será publicado na revista Computers in Human Behavior em abril, os pesquisadores entrevistaram 1.787 adultos americanos de 19 a 32 anos sobre seus padrões de uso de mídia social, bem como indicadores auto-relatados de comportamento depressivo.

A pesquisa abrangeu a maioria das principais plataformas sociais, incluindo Facebook, YouTube, Twitter, Google Plus, Instagram, Snapchat, Reddit, Tumblr, Pinterest, Vine e LinkedIn.

A pesquisa constatou que os entrevistados que usam mais de sete plataformas de mídia social foram 3,1 vezes mais probabilidades de relatar sintomas de depressão ou ansiedade do que os pares que usam duas ou menos plataformas sociais.

Os respondentes que usaram o maior número de plataformas foram 3.3 vezes mais provável do que aqueles que usaram o menor número de relatório depressão e ansiedade.

Curiosamente, o número de plataformas de mídia social utilizadas foi um melhor preditor de depressão e ansiedade do que a quantidade total de tempo gasto em mídias sociais.

Como sempre, deve-se notar que o estudo não prova que o uso de vários sites de mídia social realmente provoca depressão, como o inverso também poderia ser verdade. Por exemplo, a correlação pode ser devido ao fato de que as pessoas que já estão deprimidas ou mais propensas à depressão, são mais propensos a recorrer a vários sites sociais como um alívio ou distração.

No entanto, alguns outros estudos têm mostrado que o uso excessivo de mídias sociais pode realmente ser o culpado causando problemas psicológicos em jovens.

Fonte: MediaPost

Marketing para a classe A

Quem trabalha com produtos e serviços voltados para atender pessoas de altíssimo padrão de vida entende que é uma camada em constante mudança. Abaixo, um pequeno panorama para não cair em gafes neste novo ano quando se falar de Marketing de Luxo.

1. Experiências de consumo como um trunfo

A primeira semelhança entre os consumidores de luxo moderno é que a experiência é mais valorizado do que o consumo. O moderno consumidor de luxo está interessado em aprender coisas novas, e as marcas devem adaptar a sua comercialização para enfatizar as experiências que vêm junto com os seus produtos.

2. O tempo é o derradeiro luxo

Independentemente do valor líquido de um indivíduo, localização geográfica ou da idade, ela experimenta limitações de tempo e considera o tempo uma mercadoria valiosa. As marcas podem se concentrar em fazer os consumidores sentem que estão otimizando seu uso do tempo por meio de um determinado produto.

3. O momento humano importa

O momento humano ainda é um aspecto essencial do comércio de luxo. O ingrediente chave para o sucesso será sempre pessoas, e se isso significa que um serviço excepcional ou experiências únicas que trazem os seres humanos em conjunto, as marcas podem trabalhar para trazer isso para os seus consumidores.

4. Todo mundo é um profissional de marketing
Como bens de luxo se tornam mais acessíveis aos consumidores, o público está cada vez mais céticos sobre o marketing de massa e comunicação. A solução é para as marcas para tornar as coisas pessoais, contextual e original e para permitir que os consumidores a participar em campanhas de marketing via mídia social.

Lead frouxo e lead firme

Para você não sei, mas, para mim, o famoso “Trago de volta o amor em 3 dias com pagamento após o trabalho” soa tão traiçoeiro quanto “Conseguimos 3 mil curtidores em 30 dias”. Porque trazer pra você, ele até pode trazer, mas concorda que o amor continuar ao seu lado depende mais de você do que do Pai de Santo? No outro caso e na mesma “mão”, quem te garante que as milhares de curtidas serão de pessoas de verdade e, mais grave ainda, estarão todas interessadas na sua marca?

É chegada a hora de pensar em qualidade versus quantidade. Sim, nada contra sua estratégia precisar de quantidade, mas que fique claro que isso precisa estar bem embasado. Na verdade, eu não acho que exista alguma justificativa verdadeiramente embasada para alguém precisar desesperadamente de quantidade que não seja vender espaço publicitário ou afagar o ego. E, convenhamos, as duas situações são coisa do passado. Vender espaço publicitário estilo portalzão ou bloguinho verticalizado já era. Marca que só fala de si, também.

Seja qual for a estratégia de geração de leads, podemos escolher sempre o que é comumente chamado de lead frouxo, que produz uma resposta front-end maior e o lead firme, que pode proporcionar uma menor resposta, entretanto um percentual de conversão maior.

E converter é o que interessa. Não adianta pagar uma agência que vai conseguir 10mil curtidas pra sua Fan Page em apenas 30 dias, porque a menos que você seja uma marca grande e conhecida, pode ter certeza que serão 10mil perfis fantasmas que estarão promovendo aquele super “engajamento” e que seu investimento foi pro ralo…

O que realmente faz a diferença é qualidade. Quantidade pode até impressionar de cara, mas é a qualidade que resolve.

Converter é o que interessa, qualidade não tem pressa…

 

Questões para análise de estratégia em mídias sociais

Cada canal social tem suas características próprias. Cada canal usado pela marca atende a determinada preferência pessoal ou social no uso, atrai determinado comportamento e maneira de engajamento. Há diferenças de idade, sexo, localização, idioma, escolaridade, linguagem, foco, etc.

Com base na audiência do seu segmento, em qual grupo sua marca poderia estar relacionada no Facebook? E no Linkedin? Como uma mesma mensagem deve ser distribuída por canais diferentes?

As estratégias de engajamento estão sendo feitas de forma que potencializem alta performance de conteúdo e atividade? Há métricas que traduzam tais resultados? Estão sendo usados determinadas imagens, vídeos ou mesmo atualizações de texto para trazer engajamento verdadeiro? A estratégia foi construída para alcançar quem realmente interessa?

Não basta só postar algo na Fan page do Facebook. Social mídia está se transformando em algo como um “hiper local”. Tem que pensar em algo que interesse pessoas de locais diferentes, com mensagens específicas.

 

 

 

O que os profissionais do marketing tradicional pensam sobre mídias sociais

Durante os primeiros anos das mídias sociais, especialistas questionavam a adequação das redes sociais nas estratégias tradicionais com os esforços de marketing de outras mídias, já que nas redes sociais os usuários dizem o que quiserem sobre as marcas, perdendo o controle sobre sua mensagem. O marketing tradicional busca controle sobre o conteúdo em torno da mensagem, mas a mídia social permite que qualquer um diz tudo o que eles quiserem sobre a marca.

Mas algum tempo já se passou e agora, em 2014, essa antiga preocupação já foi suplantada pela atenção em fazer o social marketing bem feito. Para isso, fundamental ter foco em:

# Manter um alto nível de audiência engajada, enquanto isso se sobrepõe a importância aos baixos índices de postagens negativas deslocadas. O que se pensa agora não é mais “será que eu devo”, mas sim, “como fazer”. Também estão preocupadas em reduzir o controle sobre a marca na mídia social e se concentram mais em sustentar um contínuo engajamento.

# 42.2% responderam que mídia social apresenta o engajamento.

# 11% aumentou o entendimento entre empresa e consumidores.

# 10% aumentou a lealdade com a marca.

#8% faz a empresa estar dentro do seu tempo.

O VP de conteúdo e entretenimento na Unvision Radio esclarece: “Nós procuramos aumentar o número de fãs e seguidores, mas ter mais fãs engajados”.

Caso de Estudo: Glamour

Glamour é uma revista, uma das marcas mais populares do Google+ com 2,5 milhões de fãs, descobriu que os usuários gastavam 6.8 bilhões em beleza, ao ano. Criou Hangouts com demostrações de produtos de beleza e reportagens em vídeo chats que levam ao canal do Youtube.

Tal formato possibilitou que o produto fizesse parte da história e tornou o conteúdo social que os anunciantes poderiam distribuir em seus próprios canais sociais.

Resultados: Em 30 dias os usuários que visualizaram a ação consumiram mais do que 300mil minutos, 12 milhões de impressões entre vídeos, anúncios de display e busca. Aprofundou o relacionamento entre ambos: leitores sociais e anúncios pagos.

O problema da estratégia

Para que uma ação de mídia social obtenha bons resultados não é só uma questão de escolher bem os canais sociais, ou as redes sociais propriamente ditas — Facebook, Twitter, Google+, só para ficar nos mais utilizados — e trabalhar o engajamento. Mais do que isso, é irrefutável que se saiba qual o objetivo que se tem em mente.

E veja que se fala em meta, no singular. O que significa identificar apenas UM propósito inicialmente. Pode-se desenvolver uma estratégia de consciência de marca, ou conquistar mais seguidores, ou conseguir um número mais significativo de fãs, ou obter mais vendas. Não se consegue tudo de uma só vez.

Identifique qual o alvo a ser alcançado, trace um plano de ações, ponha em prática, monitore, meça e escute seu público. Analise os números, redefina seu plano se for preciso e recomece.

A Mídia Social em 2014

A mídia social continua crescendo, atingindo uma cada vez maior audiência na web e os especialistas em marketing estão ocupados em captar como tirar a melhor vantagem de tudo isso.

As empresas estão abraçando a revolução do marketing social em benefício do que ela oferece: engajamento de marca, 24 horas por dia, 7 vezes por semana ter acesso ao sentimento do consumidor e a capacidade de levar lealdade aos consumidores e direcionar vendas.

Como resultado, a social mídia está se transformando numa significante parte da verba de marketing distribuindo-a em agências terceirizadas. Como os profissionais asseguram consistência da marca pela rede e campanhas digitais? Como é o staff e a organização de um time em uma área em crescimento? De onde a verba deveria vir e o quanto deveria ser gasto? Provavelmente e o mais importante de tudo: como o ROI pode ser medido e amarrado a outras métricas e programas?

De acordo com a Wild Fire, empresa especializada em social mídia adquirida pela Google e a Ad Age especialista em estratégia de conteúdo , realizaram um estudo exclusivo da mídia social e as mudanças no marketing, feito com mais de 500 executivos de diversos portes de empresas, cujas respostas correspondem a mais de 50% de companhias com 1bilhão ou mais de verba anual.

Interessante é que 16,5% dos entrevistados acreditam que suas empresas tem feito um excelente trabalho inovativo, enquanto 48% afirmaram que fazem um bom trabalho mas ainda não “chegaram lá”. 27% disseram que as iniciativas estão apenas começando.

O ponto em que estamos agora é que é mais uma questão do “por que” não apenas “pois todo mundo faz”, de acordo com Thom James, o social mídia responsável pela agência de comunicação Isobar. Ele acrescenta: “No início, todos se empolgaram com o novo brinquedo chamado mídia social”, quando ainda não havia muito peso dentro dos negócios “Vamos solucionar grandes mudanças nos negócios”.

O referido estudo será aprofundado nas postagens posteriores, acompanhe.