Po Jama People – Frank Zappa music and lyrics
Some people’s hot
Some people’s cold
Some people’s not very
Swift to behold
Some people do it
Some see right through it
Some wear pyjamas
If only they knew it
The pyjama people are boring me to pieces
Feel like I am wasting my time
They all got flannel up ‘n down ‘em
A little trap-door back aroun’ ‘em
An’ some cozy little footies on their mind
Po-jama people!
Po-jama people, people!
They sure do make you sleepy
With the things they might say
Po-jama people!
Po-jama people, people!
Mother Mary ‘n Jozuf, I wish they’d all go away!
Po-jama people!
It’s a po-jama people special . . .
Take one home with you, save a dollar today
Po-jama people!
Po-jama people, people!
Wrap ‘em up
Roll ‘em out
Get ‘em out of my way
Hein nya-nya-hein nya-nya-hein nya-nya-hein
HOEY! HOEY! HOEY!
Wrap ‘em up
Roll ‘em out
Get ‘em out of my way
Hein nya-nya-hein nya-nya-hein nya-nya-hein
HOEY! HOEY! HOEY!
Wrap ‘em up
Roll ‘em out
Get ‘em out of my way
Hein nya-nya-hein nya-nya-hein nya-nya-hein
HOEY! HOEY! HOEY!
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Sócios são pessoas incríveis. Eles são como cônjuges. São como donos. Ou concorrentes. São como aquele parente inconveniente, talvez aquele amigo interesseiro. Ainda podem ser como sua mãe, lhe oferecendo colo quando você nem imaginava. De repente seu pai, quebrando aquele galho enquanto puxa sua orelha. Até o melhor chefe que você teve, que deixou saudades. Aquele funcionário que incomodava porque estava de olho no seu cargo. Na verdade, é aquela sua irmã que te adora, mas que quando vocês estão na frente dos pais, ela arma uma arapuca para te ofuscar e quando estão a sós, te lambe, morrendo de medo de escutar a verdade.
Mas quando o sócio é seu melhor amigo e convive com você mais tempo do que acha que deveria, as coisas ficam ligeiramente tensas e é hora de trocar de canal na sua mente, abrir uma janela nova do navegador do seu pensar, virar a página da sua cabeça, ajustar o foco da lente que está virada pra dentro do seu olho, enxergando dentro de você: quem sabe, você vê o que ele vê. Afinal, ele não está disposto a ver o que você vê nele.
Não queira nada além disso. Já dizia o ditado: o macaco que fica falando muito do rabo do outro, fica sem rabo. Ou algo semelhante, enfim. E aí que eu simplesmente concentro no que gosto de fazer e pronto: design digital, programação em Textpattern, sites lindos, estratégias web. Dou uma caminhada na Paulista, entro numa livraria, vejo coisas lindas, relaxo um pouco e volto. Sigo firme no voto do silêncio para ter o que mais preciso: paz no meu ambiente.
Uma amiga postou no Facebook que lavou a louça para fazer comida, depois lavou a louça de novo e mais tarde, resolveu comer um HotPocket porque não suja nada. Daí veio todo o roteiro na minha cabeça, uma coisa que eu penso TODA VEZ QUE EU VOU AO MERCADO FAZER COMPRA GRANDE. É assim:
Você pega cada mercadoria, uma a uma, e coloca no carrinho. Chegando ao caixa, você pega DE NOVO cada mercadoria do carrinho e TIRA para POR na esteira.
A caixa pega cada produto um a um, passa pela leitora e JOGA do outro lado, para você PEGAR cada coisa DE NOVO e colocar nas suas próprias sacolas ou caixas— essa parte mudou, seria as sacolas plásticas, mas ainda dá certo nas Lojas Americans, isso é outro post, esse papo das sacolinhas de C. é R.(!)***.
Você pega as sacolas e as despeja no carrinho. Anda com o carrinho até a sua — onde estava mesmo? — vaga do carro no estacionamento. Abre o porta-malas. Tira as sacolas e as acomoda direitinho no porta-malas. Chega na garagem do prédio, anda até onde fica o bendito carrinho coletivo, destrava aquela p@rr4 que não solta nem a pau (você já está ficando muito p da vida), e o leva até seu carro, abre o porta-malas. Pega cada sacola e coloca na porra do carrinho. Não porque nessa hora, vc já está xingando o pobre do carrinho que você não aguenta mais ver na frente! Enche ele até a boca, as coisas estão quase caindo e vc ainda tem que equilibrar tudo até o elevador.
Chegando ao elevador, exausta, você lembra que ainda tem o degrau do elevador, porque essa merda está sempre desregulada, eu falo pro zelador chamar a empresa da manutenção, puta que pariu!!! Vou reclamar com a síndica. E vc lembra: putz, eu sou a síndica. E faz uma força tão grande pra empurrar aqueles 100 quilos de coisas diversas pra dentro do elevador que vc quase urina, porque afinal, você está segurando o xixi a pelo menos quarenta minutos.
E, estando no seu andar, faz força sobrenatural pra tirar o carrinho de dentro, porque, porra!!!!!! Tem OUTRO degrau de novo!!! Essa porcaria de elevador da década de 70 que não existe mais pra repor, respira faz força, levanta com o pé, suja o tênis e pronto. Consegue sair.
Agora você precisa conseguir virar esse carrinho nesse corredor minúsculo sem derrubar a lixeira coletiva e sem deixar o carrinho rolar escada abaixo e ainda passar liso pela sua porta — que você já fez malabarismo pra conseguir abrir com o carrinho parado na sua frente — e fazer a curva, de novo, na cozinha, dessa vez tomando um mega cuidado pra não raspar na sua geladeira linda.
Ok. Então que você começa a tirar as sacolas, coloca no chão. Tem que devolver o carrinho, bosta. Desce até a garagem, trava direitnho tudo por lá e sobe. Está tudo aquela zona na sua cozinha. Tira as compras das sacolas, uma a uma, e vai separando o que é da dispensa, o que de geladeira, o que é de limpeza, o que é de perfumaria. Arruma lugar na dispensa, que você aproveita pra limpar e organizar, porque afinal, só você põe ordem nessa porra dessa casa do car…
Opa!!! Parando, calma, aí!! Vc já está surtando em silêncio e lembra da filha da puta da empregada que detonou o pote de Vanish caro pra cacete em uma ÚNICA lavada de uma merda de cesto de roupa suja!!! Aí eu pergunto: que merda um cesto de roupa suja pode ficar branco e minhas camisas manchadas de respingos de molho de tomate? E vai guardando tudinho.
Tudo arrumado, limpo, organizado, você exausta.
A partir de então, você vai consumindo as coisas, uma a uma, que vão produzir louça suja pra você lavar, que vai produzir lixo pra você separar pra reciclagem e chega uma hora que vai acabar. Pode esperar que tudo vai acabar. Essa certeza você tem na vida: vai esvaziar tudo.
E você precisa fazer a compra grande de novo.
***De C. é R. é uma expressão chula, muito usada por paulistanos que tiveram infância de bairro na década de 80. Não é possível traduzir, fica feio e queima o filme. Quem sabe, sabe. Quem não sabe, não pergunte…
Olha só essa ideia americana de fazer um bombom maravilhoso com cara de diamante. Para mulher nenhuma botar defeito.
Os bombons belgas tem cacau oriundo da Amazônia Boliviana, são pintados manualmente e apresentam os sabores: champanhe, macciato e chai. Nham.

Lenda, fato ou religião, sempre fui devota de apenas um santo: Santo Expedito. o santo das causas urgentes, evocado por estudantes, empreendedores e mais recentemente, por hackers. Hoje presto minha homenagem! Viva ele, gentz!

Santo Expedito foi possivelmente um cristão martirizado no século IV em Melitene, na Armênia. Nada se sabe sobre sua vida nem onde foi sepultado, e muitos pesquisadores questionam se ele de fato existiu. Contudo, formou-se um folclore ao seu redor e ele é objeto de grande devoção popular em muitos países como o santo das causas urgentes, às vezes em sincretismo com figuras de outros credos.
Nome
O nome Expeditus (Expedito) pode ser uma corruptela de Elpidius, conforme sugerem os beneditinos de Paris. Outra hipótese é de que o nome tenha derivado de spedito, palavra inscrita numa caixa com relíquias de um santo desconhecido retiradas das catacumbas de Roma e enviada a Paris no século XVII. Contudo, spedito em italiano significa “rápido”, e pode significar simplesmente que a caixa devia ser enviada com presteza ao seu destino. As freiras interpretaram a inscrição como se fosse o nome do santo e passaram a divulgar sua devoção, latinizando o nome para Expeditus.
Lendas
A lenda mais corrente sobre sua vida o mostra como um militar romano, Comandante-em-chefe da 12ª Legião, conhecida como “Fulminante”, aquartelada em Melitene, e encarregada de proteger o Império das invasões dos bárbaros orientais com um efetivo de mais de 6.800 soldados. Sendo cristão, como era a maioria de seus subordinados, todos nativos da Armênia, teria sido condenado durante as perseguições de Diocleciano no dia 19 de abril do ano 303, sendo martirizado e por fim decapitado com a espada por recusar-se a adorar os deuses pagãos. Outra lenda diz respeito à sua conversão ao cristianismo. Tentado por um demônio em forma de corvo que gritava cras! cras! (em latim, “amanhã”), que surgiu para adiar sua conversão, teria pisado a criatura dizendo hodie! (“hoje”), significando sua disposição heroica de converter-se de imediato.
Não há qualquer registro de haver se formado uma tradição sobre ele na Antiguidade,mas no século VIII ele já recebia culto na Germânia e na Sicília. Seu culto só iniciou uma difusão mais larga por volta do século XVII, talvez a partir da França, ou da Alemanha, onde era representado como um advogado pisando um corvo que grita cras! cras!, significando as intermináveis delongas nos processos judiciais, contra as quais ele era invocado. Em 1781 foi designado padroeiro de Acireale, na Sicília, e desde então sua devoção se espalhou rapidamente por muitos países.
É possível que sua ligação com as causas urgentes derive unicamente do significado do seu nome. Tradicionalmente também é o patrono dos mercadores, navegantes, estudantes e dos que vão prestar exames, mas em anos recentes ele tem sido invocado por hackers, geeks e procastinadores habituais da Slacker generation como seu protetor. É o patrono oficial da República da Molóssia, micronação não reconhecida internacionalmente. No Brasil sua veneração ganhou corpo nos anos 80 e hoje em tem multidões de devotos, e sua imagem circula em chaveiros, cartazes, panfletos e santinhos distribuídos aos milhares. Deu seu nome ao município de Santo Expedito, em São Paulo.
Sua posição oficial na Igreja Católica é incerta. No Martyrologium Hieronymianum ele aparecia ao lado de outros mártires comemorados entre os dias 18 e 19 de abril.A Igreja reconhece a devoção popular e existem igrejas e capelas a ele dedicadas em muitas partes do mundo, mas não foi incluído na edição de 2001 do Martyrologium Romanum.
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